13°Capítulo
Horas antes, no
aeroporto internacional do Rio de Janeiro...
LUA POV:
Acabei de
desembarcar no Rio, estava com saudade dessa cidade e agora estou procurando um
táxi pra tentar chegar em casa. Tenho até medo do que me aguarda quando eu
chegar em casa. Meu closet revirado e outras coisas mais, eu não fico nem
pensando, porque de acordo com os médicos estresse faz mal pra gravidez e eu
não quero fazer nada que prejudique a vida da minha filhota, que eu já acho a
coisa mais linda do mundo sem nem conhecer. Minha mãe diz que é normal isso, ainda
bem porque se não daqui a pouco me internariam alegando estou louca além de
falar com minha filha, que ainda está na barriga eu já falo que ela é linda sem
eu nem conhecer. Acho que é por isso que dizem opinião de mamãe não vale, porque
sem conhecer eu já acho ela linda e perfeita.
Finalmente um
táxi vago não aguentava mais o peso da minha barriga e das minhas pequenas
malas.
Deixa eu
explicar a minha volta antes da data prevista. O curso começou a passar as
provas finais há duas semanas, resumindo eu não fiquei em recuperação em
nenhuma e pelo contrário fui além da média, afinal eu precisava mandar bem pelo
menos nisso, depois de ter ficado grávida com apenas 18 anos. Como passei em
tudo, a última semana seria só recuperação, e como eu não estava aguentando
mais de saudades, voltei pro Brasil o mais rápido o possível. Avisei só minha
mãe, que alegou que como hoje era sexta feira, sábado ela, meu pai e meus tios
viriam passar o final de semana aqui, e provavelmente viria o Valter e o Ney, porque
pelo que eu conheço daqueles dois malas, eles tão loucos pra me vê gorda e
ficarem falando que o barrigão me deixou mais baixinha ainda porque agora nem
salto eu posso usar mais.
Mas minha pior
preocupação agora era como eu contaria pro Arthur, e outra ninguém do
condomínio poderia me ver antes dele, se não descobririam.
Minha solução
foi pedir pro taxista entrar dentro da garagem da minha casa. Nós entramos na
garagem, ele descarregou minha malas e eu paguei o preço da corrida. Após isso
meu primeiro passo foi mandar uma mensagem pra Soph.
“Maninha, tenho uma surpresa te esperando na
garagem, mas você tem que ver sozinha. Beijos, Lua.”
Espero que ela
faça exatamente o que está escrito na mensagem, porque ela e a Melzinha me ver não
tem nenhum problema, mas eu não quero ainda que o Chay e o Mica me vejam antes
de eu contar para o Arthur.
Fui acordada dos
meus pensamentos por uma louca que veio correndo na minha direção e me abraçou.
Sophia: Você
quer me matar do coração, minha maninha e a sobrinha mais fofa do mundo estão
de volta.
Lua: Só que se
você continuar me apertando sua sobrinha vai ser esmagada.
Sophia: Desculpa,
mas porque você não avisou? Eu faria uma festa de recepção.
Lua: Eu queria
fazer surpresa.
Sophia: E
conseguiu, mas e ai vamos lá pra cima porque arrumei uma desculpa que tinha que
pegar meu óculos de sol no carro.
Lua: Soph, os meninos
estão ai?
Sophia: Sim.
Lua: Quero
contar pro Arthur primeiro, então eles não podem me ver.
Sophia: Então a
gente faz assim, nós estamos indo nadar na casa deles, e nós aproveitamos e
mandamos o Arthur vir aqui depois que você falar com ele, você vai lá pra
Melzinha e os meninos poderem te ver também.
Lua: Pode ser, a
hora que vocês saírem de casa, dá um toque pra eu subir.
Sophia: Pode
deixar, mas eu posso contar que você está aqui e levar suas malas na cozinha
pra eles subirem pra você, porque você não pode pegar peso?
Lua: Eu só vou
concordar porque não é bom mesmo eu pegar peso.
Sophia: Então, até
daqui a pouco.
Lua: Até.
Logo meu celular recebeu um toque da Soph, e
finalmente pude sair da garagem e entrar na minha casa que eu estava morrendo
de saudades. A primeira vista estava tudo em ordem. Fui a porta da sala e
destranquei porque assim que o Arthur chegasse ele já poderia entrar eu não
teria que abrir a porta. Resolvi subir para o meu quarto, pra vê se estava tudo
em ordem. Cheguei lá estava tudo do jeitinho de quando eu sair. Só tinha duas
bonecas de pano na minha cama, logo conclui que era pra minha querida filhota,
abri minha mala nova que fui obrigada comprar lá Nova Iorque, uma porque eu
ganhei várias roupinhas do Guto e da Julia, e o meu lado consumista falou mais
alto e eu não resisti comprei algumas coisas pra ela como: roupinhas, sapatinhos
e acessórios pro quarto. Não quero nem lembrar o tanto de gastos que tive
depois que descobri que iria ter uma menininha, tenho dó do meu pai, mas fazer
o que? Ele não queria que eu arrumasse emprego em Nova Iorque.
Comecei a tirar
as roupinhas da mala, era uma mais linda que a outra, até que sou interrompida
por uma batida na porta do meu quarto.
Por:
Duda Frigeri
Twitter:
@duda_frigeri
A culpa da maldade não é minha, é de Duda!
Beijocas, Nana F.

AEEEEEEEE !!!=) AMANDOOOOOOOOO ARTHUR BATENDO NA PORTA E ME DEIXANDO MAS CURIOSA AINDA MAIS!!!
ResponderExcluirHa assim não vale vou fica curiosa até amanhã.
ResponderExcluirMORRI...
ResponderExcluirPosta só mais um hj...
ResponderExcluirAle
A não um dia eu juro que te mato... ( Se você nao me matar primeiro né?)
ResponderExcluirBeatriz Saurin
A sacanagem,deixar as pessoas na curiosidade deveria ser crime ushussuhs a Nana ja teria sido presa so acho hsuhsuh
ResponderExcluirTô com um sorriso no rosto agora, mas tô super ansiosa. Duda vc também manda bem em webs.
ResponderExcluirMais um por favor!! Como será que o Arthur vai reagir, quando ver ela??
ResponderExcluirPOSTA MAIS TO ANSIOSA
ResponderExcluirNão acredito que vc parou na melhor parte,vou ter um surto aqui ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! (se liga na minha voz/escrita sei lá kk de repórter) E agora,anciosa para os próximos capitulos de Neighbors of love ;)
ResponderExcluirAnciosa!!nana esperando postar !!ESPERANDO UM GRANDE CAPITULO E COM MUITO SUSPENSE !!=)
ResponderExcluirpor que?por que?justo nessa parte,nãoooooo!!!!
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